Centro Hospitalar do Alto Ave
 
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Comunicado a propósito de Portaria de categorização de hospitais

A interpretação da Portaria n.º 82/2014, de 10 de abril 2014, tem criado incerteza e preocupação nos profissionais e nas populações, designadamente por se considerar que poderá vir a alterar o perfil funcional e/ou a área de influência do Centro Hospitalar do Alto Ave (CHAA).

Não obstante se considere que existem aspetos a aclarar nesta categorização, importa desde já realçar que o Ministério da Saúde não preconiza que a Portaria seja aplicada de forma cega e descontextualizada. Segundo declarações do Senhor Secretário de Estado da Saúde, Dr. Manuel Teixeira, esta contém indicações estratégicas que o sistema vai ter de observar, não se tratando no entanto de “um quadro totalmente fechado”. O Senhor Secretário de Estado da Saúde afirmou ainda que “caso se verifique que há especialidades que sejam consideradas necessárias numa unidade, mesmo não estando atribuídas a um determinado hospital na portaria, essa opção pode ser validada através de um despacho do Governo”.
O CHAA não deixará de demonstrar que todas as valências que atualmente possui são imprescindíveis à região e que, por isso, deverão ser mantidas em funcionamento e, quiçá, até mesmo reforçadas (como aliás está previsto no plano estratégico que o CHAA apresentou recentemente à sua tutela).
No âmbito da argumentação que enviará ao Ministério da Saúde, o CHAA demonstrará claramente que tem especificidades que devem ser consideradas e que determinarão que não tenha o mesmo perfil funcional que outros hospitais com menor dimensão e diferenciação.
O facto de este Centro Hospitalar apresentar áreas de influência indireta, nomeadamente nas áreas de Obstetrícia (por exemplo o Centro de Procriação Medicamente Assistida é referência para mais de 1 milhão de habitantes) e de Tratamento Cirúrgico da Obesidade, o facto de a sua área de atracão real ser muito superior à sua área de influência oficial (bem comprovado pela elevada percentagem de doentes de fora de área que são tratados no CHAA), bem como o facto de já dispor de todas as especialidades previstas para os hospitais do grupo II (com exceção da Neurocirurgia), são argumentos que certamente não deixarão de ser atendidos pelo Ministério da Saúde, aquando da operacionalização desta Portaria.
O Centro Hospitalar continuará a desenvolver a sua atividade para responder adequadamente às necessidades e expetativas dos cidadãos e manterá os planos de desenvolvimento em curso, incluindo o reforço de Serviços com meios humanos e tecnológicos.

O Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Alto Ave

 
Protocolo possibilita envio de cuidados especializados e equipamentos para a Guiné-Bissau

O Centro Hospitalar do Alto Ave assinou um protocolo de colaboração com o Instituto Marquês de Valle Flôr que possibilita o envio de profissionais de saúde especializados para a Guiné-Bissau. O objetivo é contribuir para a melhoria da disponibilidade e qualidade dos cuidados de saúde naquele país, principalmente na área materno-infantil.

 O protocolo aborda a partilha de princípios semelhantes em matéria de cooperação para o desenvolvimento e a vontade de apoiar a população da República da Guiné-Bissau. O Centro Hospitalar (Representado pelo Presidente do Conselho de Administração, Delfim Rodrigues) irá apoiar o Instituto (Representado pelo seu Administrador, Paulo Telles de Freitas) através da participação voluntária de profissionais de saúde, valorizando particularmente as especialidades de cirurgia geral, obstetrícia-ginecologia, anestesiologia e de enfermagem do bloco operatório, entre outros profissionais, nas missões médicas de curta duração àquele país, em regime de comissão gratuita e sem prejuízo do regular e normal funcionamento da prestação de cuidados de saúde.

 

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Centro Hospitalar associa-se à investigação europeia de doenças raras

Passou a fazer parte da Fundação Brains for Brain que tem como objetivo promover a investigação

Centro Hospitalar do Alto Ave (CHAA) organizou o evento “Visitando a excelência do que é raro em Portugal”. Com este pretendeu marcar o primeiro aniversário do CHAA como Centro de Excelência em Doenças de Sobrecarga do Lisossoma (DSL), assim como formalizou um protocolo que define o CHAA e a Associação Raríssimas como membros da rede da Fundação “Brains for Brain”. Esta Fundação, com ligação estreita à União Europeia e à Organização Mundial da Saúde, tem como missão a promoção de uma rede internacional de profissionais de saúde especialistas em doenças raras, com o objetivo final da realização de pesquisa científica, disseminação de conhecimento, assistência na saúde e apoio social.

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Consulte os Relatórios e Contas dos Hospitais

Os hospitais, como entidades públicas empresariais devem elaborar, com referência a 31 de Dezembro do ano anterior, os documentos de prestação de contas remetendo-os à Tutela nos prazos estipulados por lei.

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